[Lançamento Quinta Essência] Aposta Indecente: Mathilda Wright!

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O primeiro romance histórico do selo Quinta Essência no Brasil

Um romance que vai fazer você sonhar

 A autora inglesa que a Leya Portugal descobriu



O que as blogueiras portuguesas acharam dele:

«Este livro tem tudo para agradar a uma mulher romântica: um solteirão inveterado e um amor que o leva a mudar e repensar tudo à sua volta! E sim, como num romance digno desse nome, leva-nos às lágrimas quando em vez e apetrecha-se de um happy ending. Como disse, gostei. E recomendo.»


«Um livro que se lê num só fôlego, uma história riquíssima e maravilhosa, daquelas que nos fazem sonhar sem sair do lugar.»

                                                           
«Feminino, encantador e de fazer estremecer o coração, é assim que encaro o final da leitura deste estonteante romance.»


«Um romance enternecedor vivido por príncipes, duquesas, marqueses e condessas que não deixará indiferente quem o ler.»


«Uma pequena jóia preciosa, elegante e feminina que fará as mulheres sonharem com o amor numa época em que reinava a conveniência.»


«Um enredo encantador, que nos emociona e envolve com a sua ternura desde da primeira página. Faz-nos acreditar em finais felizes, em segundas oportunidades.»



Sinopse:

Paris, 1854. Um dos homens mais ricos da França, o marquês de Villeclaire tem uma vida luxuosa e despreocupada, onde não falta nada que o dinheiro e a sua posição social possam pagar. Mulheres, jogo, festas, caçadas, palácios…
Mas uma aposta faz com que os destinos de Villeclaire e Catherine Duvernois, uma jovem e misteriosa viúva, se cruzem, numa fase em que uma nuvem negra assombra os dias do belo marquês, prestes a casar, contra sua vontade, com Blanche de Belfort.
A vida de Louis de Villaclaire desmorona-se…
Quem é Catherine Duvernois? E Blanche de Belfort? Alguém está mentindo. Mas quem? Por quê? A resposta mudará para sempre o futuro destas três personagens.
Um romance arrebatador, que se desenrola entre os sofisticados salões da aristocracia parisiense e as deslumbrantes paisagens do vale do Loire, levando os leitores numa viagem inesquecível por cenários de sonho, durante o reinado do Imperador Napoleão III.

Sobre a autora:

MATHILDA WRIGHT nasceu em Londres, em 1968. Estudou Literatura Inglesa em Cambridge e vive com o marido na região de Cúmbria, no norte da Inglaterra, onde criam cavalos. Têm
quatro filhos que, de vez em quando, também vivem na mesma casa.




Editora: Leya – Quinta Essência
N.º Páginas: 240

Preço de capa: 29,90

Preço de ebook: 19,99
ISBN: ISBN: 978-85-8044-794-1
ISBN e-book: 978-85-8044-837-5

1ª Edição: Junho de 2013

[Resenha] Segunda Chance para Amar: Lucy Vargas!

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Sinopse:

Annelise Barton era uma das grandes promessas da sociedade nova-iorquina. Seu pai esperava fazer mais um ótimo negócio com seu casamento. Mas tudo desmorona quando ela acredita ter se apaixonado e cai nas garras de um dos namoradores da alta sociedade. Dois anos depois ela ainda está arruinada, humilhada pela própria família e sem esperança de reerguer–se.
Brice Wincross é um dos famosos irmãos “andarilhos”, frequenta a alta roda e sua família manda no dinheiro de boa parte da sociedade. Mesmo assim os esnobes ainda viram o nariz porque os Wincross são adeptos a um estilo de vida mais livre do que os refinados salões. Desde a primeira vez que vê Annelise se agarrar ao que lhe resta de orgulho para enfrentar o olhar daqueles abutres, ele a admira. Jamais pensaria que uns minutos no jardim lhe dariam a chance de fazê–la enxergar que é dona da própria vida.
As reviravoltas do destino os levam a paixão inevitável e ambos sabem que estão condenados a nunca mais amar porque seu caso ilícito tem data de validade. As intrigas e mentiras daqueles que deveriam protegê–los os levam a um fim desastroso. Annelise parte mais uma vez, banida e humilhada, decidida a nunca mais ser destruída por alguém. Mas ela não esperava que Brice colocasse em prática sua natureza aventureira e a procurasse pelo país inteiro, decidido a lutar incessantemente por uma segunda chance.

Comentários:

Preciso dizer que fiquei emocionada? Não é o primeiro livro da Lucy que leio, mas é o primeiro a ser resenhado por mim, então, lá vou avisando que vou me exceder. Para quem me conhece bem, sabe que eu tenho um grande defeito, que para alguns, pode ser considerado uma grande virtude: minha veia crítica! Quando leio algo que me incomoda ou que não gosto, não consigo deixar de falar. Uma amiga chegou a me mostrar alguns dos seus escritos e fui categórica em dizer que era preciso melhorar MUITO para levar aquela brincadeira a sério. Elogios vazios não levam a nada. Só constroem uma falta imagem do que o amigo escreveu, dando a ele uma ideia errada. A Lucy demorou muito para me mostrar o que ela tinha escrito. Acho que uma insegurança inicial é natural, já que um livro é quase como um filho recém-nascido. Quem tem coragem de dizer para a mãe que o bebê é feio e vesgo? Nesse caso, a Lucy pode ficar realmente despreocupada. O bebê dela não somente é lindo como tem os olhos perfeitos. Romance histórico sempre vai ser o meu gênero favorito, sem sombra de dúvida, então, a Lucy já tinha me ganhado aí. Mocinha sofredora a frente de seu tempo: outro ponto para a Lucy! Mocinho apaixonado mas preso as obrigações morais: aí meu coração não aguenta né? Vânia Nunes, dona do blog "A Borboleta que lê" fez uma resenha linda sobre o livro da Lucy (clique aqui e leia), então, não vou contar tudo que a Vânia já contou (tudo que pode tá? Não tem spoleir). Minha "resenha" pretende seguir um caminho diferente. Ao ler a estória de Annelise e Brice, percebi como uma escritora abilidosa consegue pegar um gênero conhecido pelas leitoras românticas, e torná-lo "diferente". Anne (olha a intimidade), poderia ter se tornado mais uma personagem romântica, que ao se entregar a um homem que mais tarde se mostrou um verdadeiro canalha com ela, passaria por um verdadeiro calvário, até finalmente encontrar a verdadeira felicidade. A felicidade de Anne demora a chegar, e o calvário dela para mim foi demais (coitada da menina Lucy). As humilhações pelas quais seu pai e sua família lhe fazem passar já me deixaram com vontade de matar todos os personagens em um incêndio, deixando ela como única herdeira (é por isso que o enredo nas minhas mãos não ia render). Mas a Lucy, imbuída do sentimento da maldade, deixa coitada penar. O tempo passa e a menina não satisfeita, faz a gente se apaixonar pelo Brice, um mocinho de fazer a gente se apaixonar na primeira página, mas o cara é NOIVO DE OUTRA. De novo me fazendo passar angústia Lucy? Poxa vida cara! Mas tudo bem... Annelise já virou minha amiga mesmo... E o Brice... Bem... Não vou negar que me deu uma certa raiva dele por ter essa noiva aí que ninguém chamou na conversa, mas como eu tenho um coração enorme e generoso, eu logo perdoei... E como não perdoar? Depois do caminho que ele percorre para ir atrás dela, fica até difícil não perdoar né?

Não vou desejar sorte para a Jornada de escritora da Lucy. Sorte é o que as pessoas com pouco talento ou sem talento algum precisam para ter seu "trabalho" reconhecido! Talento a Lucy tem de sobra. O reconhecimento virá dos leitores, e logo em seguida, das editoras. O caminho é longo, mas a Lucy está pronta para trilhá-lo. Eu não vou com ela porque não posso andar a pé, mas quando o jatinho já estiver disponível, conte comigo... ;)





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Termino o post torcendo para chegar logo o dia ter o meu exemplar físico em mãos. E escreve a estória dos irmãos do Brice logo Lucy! Que eu to tomando remédio e não posso pasar nervoso... 


Beijos!

Elimar

[Resenha] A Costureira: Kate Alcoott!

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Sinopse:

Uma jovem ambiciosa e uma estilista célebre sobrevivem ao maior naufrágio da História, mas são arrastadas pelo turbilhão de escândalos que se segue à tragédia. Tess Collins, uma jovem inglesa que sonha ser mais que uma empregada e ver reconhecido o seu talento para a alta costura, consegue emprego com a famosa estilista lady Duff Gordon a bordo do Titanic, que ruma para os Estados Unidos. Porém, a viagem que se iniciou de forma tão auspiciosa acaba se tornando a maior tragédia marítima de todos os tempos. Tess e lady Duff sobrevivem, a primeira para viver as aflições do amor e as chances de ascensão social, a segunda para se ver envolvida nos escândalos do inquérito sobre o terrível desastre naval. Com um pano de fundo histórico, mas sob um ângulo inédito, este soberbo romance acompanha a trajetória dessas duas mulheres apaixonadas pela linha e agulha, tão parecidas e tão diferentes, deleitando-nos com um retrato emocionante de uma época conturbada e de uma sociedade dividida. Tess simboliza a modernidade livre de preconceitos de classe e rica em oportunidades, enquanto lady Duff representa a decadente Belle Époque, um mundo de glamour e privilégio com os dias contados, assaltado pelas contestações sociais, indústria de massa incipiente e pressões da mídia.

Comentários:

Adoro receber livro de surpresa... E a Geração Editorial só manda livro de surpresa. Sei que não cabe numa resenha (no sentido literal de uma) ficar falando da capa, da diagramação, da qualidade do papel... Mas não posso me segurar em dizer o que acho desses aspectos sobre o mencionado livro lá no título: o meu encantamento com essa capa foi incrível. Fique i literalmente de queixo caído quando vi. Por isso, achei que se trataria de mais um romance "romântico", onde uma protagonista corajosa encontraria em meio a sua luta, um amor verdadeiro. Pode se dizer que ela encontra sim o amor, mas de longe, ela não é a protagonista real dessa trama lindamente construída por Kate Alcoott! O que temos aqui é um desastre histórico, em toda a sua magnitude de destruição, colocar-se como grande ator dessa peça bizarra e catastrófica, que não só matou centenas de pessoas, mas deixou a alma de vários sobreviventes totalmente marcada. Através da personagem Tess Collins, uma mulher com sonhos muito altos para a posição que ocupa (ela é empregada doméstica),  vemos a personagem trilhar um caminho diferente, indo ao encontro do sonho de ser tornar uma estilista famosa. É nesse momento que viramos "videntes", pois sabemos, pelo menos em parte, o que vai acontecer com Tess, já que ela embarca no Titanic, e não têm como não ficar "eufórico", por ter conhecimento de algo que a personagem não sabe: o navio iria naufragar! Em meio a essa eminente tragédia, Tess consegue o emprego que poderá lhe levar cada vez mais perto de seu sonho, mas também um caminho que a fará conhecer o amor e a segurança, e terá que escolher entre um deles. Apesar da trama chamar a atenção para a personagem Tess, ela não é a única mulher a mudar o seu destino nesse livro. Ela também "empresta" grandes momentos a outras personagens femininas, que num período complicado na História do mundo, conseguem fazer a diferença. O romance no livro fica bem em segundo plano, e sinceramente, acho que não era a intenção da autora chamar a atenção para isso. Através da luta pessoa de Tess, descobrimos uma rede de mentiras e enganos cercando a vida de lady Duff Gordon, e será a partir disso que a lealdade de Tess será colocada a prova.. É impossível não encantar por uma personagem tão real e vida como Tess. Só posso esperar que vocês também conheçam e se apaixonem por ela...

Elimar

[Resenha] Onde terminam os arco-íris: Cecelia Ahern!

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Sinopse:


Um encantador romance sobre dois amigos de infância com quem o destino parece brincar. De crianças travessas a adolescentes rebeldes, Rosie e Alex uniram-se como unha e carne, mas a família de Alex se muda e eles se separam. A mágica conexão entre os dois acompanha os altos e baixos da vida de cada um, mas nenhum deles sabe se sua amizade conseguirá sobreviver à distância. Mal-entendidos, circunstâncias e a mais absoluta má sorte os mantiveram separados. Mas quando se virem diante da última oportunidade, apostarão tudo em nome do verdadeiro amor?

Comentários da Paty:

Onde terminam os arco-íris é o segundo livro de Cecelia Ahern. Até agora é o de que mais gostei (li P.S.: eu te amo; A Vez da minha vida; O livro do amanhã e Se você me visse agora). Ele também entrou para a lista dos meus livros preferidos.Levei míseros três dias para terminá-lo. Não conseguia largar. É certo que vou reler algum dia (se a crescente fila de livros permitir, é claro).

Ele é diferente de tudo que li da Cecelia Ahern, inclusive a narrativa: o livro é escrito através de cartas, bilhetes, e-mails, SMS, conversas pelo MSN, cartões postais, convites entre Rosie Dunne, Alex Stweart, família e amigos. Apenas o epílogo foge à regra. Por nunca ter lido nada nesse formato, estranhei à primeira vista. Cheguei a pensar que a leitura poderia ser maçante. Ainda bem que me surpreendi e já na primeira página me apaixonei por Rosie e Alex. 

Adoro romances que começam com amizade, mesmo um tão conturbado como esse. Rosie e Alex são os melhores amigos desde a infância. Eles estudam na mesma turma e estão sempre juntos. Tudo caminha para que se envolvam e é aí que o destino entra em ação pela primeira vez: a família de Alex se muda para Boston. Ainda assim, a amizade continua como antes. Rosie chega a planejar sua mudança para Boston, quando um acontecimento inesperado e bombástico altera tudo, mais uma vez. Rosie continua em Dublin. Nessa parte, Katie entra em cena. Prestem atenção nela. Katie tem participação decisiva no desfechoda história.


Em muitos outros momentos, o destino, mal-entendidos, circunstâncias da vida e, até, medo de arriscar mantiveram os dois afastados. Dá raiva e pena ao mesmo tempo. Algumas vezes, Rosie nos dá a impressão de que se contenta com pouco, quando poderia ter mais se lutasse. E Alex também não se arrisca. Ao menor obstáculo, recua. Sem contar que não deixavam claro o que sentiam um pelo outro. Ou seja, dois idiotas com o destino conspirando contra. Dois idiotas adoráveis, que fique claro.
Embora eu tenha chorado algumas vezes, o livro é muito engraçado também. Os bilhetes trocados por Rosie e Alex na escola são hilários. Os apelidos que eles colocam nos professores e colegas são os melhores. As cartas dos professores convocando os pais dos dois para conversar sobre o comportamento dos filhos são divertidíssimos. Mas, o que mais me fez rir foram os erros de grafia do Alex. Rosie corrigia o tempo todo e, mesmo assim, ele continuou escrevendo errado a vida toda. As conversas entre Alex e o irmão sobre o significado do silêncio são impagáveis. Não dá pra explicar muito sem estragar a leitura. As incursões de Rosie em salas de bate-papo são de chorar de rir. Até o nome que ela usa tem a ver com Alex: Botão-de-ouro (é como ele a chama desde que encenaram uma peça na escola, aos seis anos. Ela era a Princesa Botão-de-ouro e ele, o Príncipe Raio de Luar).

Além de Alex, Rosie tem duas ótimas amigas: Ruby e Julie. Elas a incentivam a melhorar de vida e a se arriscar um pouco. As conversas entre elas são muito engraçadas, também. A amizade entre Julie e Rosie começa de forma inesperada. Elas não se davam bem no início. É bem divertido o modo como se tornam amigas.

Entre choradeiras e risos, Onde terminam os arco-íris nos faz pensar sobre as consequências de nossas escolhas e que, mesmo saindo um pouco do caminho que traçamos para a nossa vida, sempre chegamos ao nosso destino. Enfim, uma história apaixonante, quepoderia ser sua, minha, de um conhecido, de um amigo. É isso uma das coisas que mais gosto nos livros da Cecelia.

Onde terminam os arco-íris: Cecelia Ahern
ISBN:8573164581
Editora: Relume Dumará 
Ano: 2006
Edição: 1
Número de páginas: 384

P.S.: Coincidência ou não (já não sei mais se acredito em coincidência depois de ler tantos livros da Cecelia Ahern), no dia em que terminei a leitura vi o último episódio da série Brothers and Sisters, nele Nora Walker cita George Eliot (que era uma mulher, na verdade):Nunca é tarde demais para ser o que você poderia ter sido. Essa frase sintetiza bem a história de Rosie e Alex.

Patrícia Gregorio é jornalista. Ama ler. Romance, história e futebol são os temas preferidos. Adquiriu o hábito da leitura com os gibis da turma da Mônica. Ela já publicou um livro. Foi a organizadora de “Meu Jogo Inesquecível – Jogos imortalizados por vascaínos apaixonados”, pela Editora Leitura.
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