[Resenha] Laços de Fogo: Nora Roberts

Laços de Fogo
Trilogia da Fraternidade - Volume 1
Gênero: Literatura Estrangeira
Ano de Lançamento: 2009       
Editora: Bertrand Brasil
N° de páginas: 319

Sinopse:
Neste primeiro volume da Trilogia da Fraternidade, você conhecerá as irmãs Concannon: mulheres modernas, ligadas ao eterno e intempestivo espírito da terra.

Laços de Fogo é a história de uma artista impetuosa que não pode fugir de seu passado... Tampouco de um grande amor. Talentosa, solitária, teimosa e dona de um espírito libertário, Maggie Concannon é uma artista especializada na arte em vidro, cujos trabalhos sensíveis são muito mais do que meros objetos de beleza, mas reflexos de sua verdadeira natureza. Surge então um homem, o marchand Rogan Sweeney, que percebe a alma e a pureza de sua arte e se propõe a ajudá-la a construir uma carreira de sucesso. Quando Rogan chega ao isolado estúdio de Maggie, o coração dela se inflama com a arrebatadora atração que surge entre eles... e seu passado sombrio será iluminado por um amor tranqüilo, gentil e complacente.

Comentários:
Quando comecei a me aventurar pelo mundo “Nora Roberts”, ouvi uma frase que nunca mais esqueci: “Você não vai consegui largar... Ela é viciante”. Pois não é que era verdade?  Essa foi a primeira trilogia da Nora que li. Acho a leitura das trilogias da Nora reconfortantes, principalmente quando você gosta tanto dos personagens que eles passam a fazer parte de você. Saber o que aconteceu, como eles estão... Está bem... Sei que é a maior piração, mesmo porque, eles não existem. Mas esse não é o intuito da literatura em geral? Fazer com que a estória que é contata seja tão real e palpável que você começa a acreditar nela a ponto de se envolver com os personagens?
Aqui, conhecemos a estória da  primogênita Concannon, Maggie. Amada pelo pai e rejeita pela mãe, ela viu através de sua arte uma forma de manifestar seus sentimentos. Rogan Sweeney, um marchand de sucesso em Dublin, conhece as peças de Maggie, e resolve fazer dela uma artista de sucesso. Aceitar esse novo sentimento não é algo fácil para nossa heroína. Aqui Nora aborda a questão da entrega e da permanência de liberdade, algo que Maggie necessita para ser feliz. Os personagens paracem água e óleo, mas é isso que trás uma química inegável. Acho que nem Rogan percebia o quanto aquela mulher tão diferente das que estava acostumado. Romance lindo demais. Só foi duro e estranho para mim entender a mãe da Maggie. Para ela, a filha é culpada por todas as suas desventuras, desde uma unha encravada até o ebola. Mas a presença dela tornou a estória mais verossímil. Nem tudo são flores. Infelizmente.

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