[Resenha] Laços de Gelo: Nora Roberts

Laços de Gelo
Trilogia da Fraternidade - Volume 2
Gênero: Literatura Estrangeira
Ano de Lançamento: 2009       
Editora: Bertrand Brasil
N° de páginas: 360

Sinopse:

Em pleno inverno irlandês, a pousada de Brianna Concannon recebe um hóspede inesperado que faz incendiar o clima. Uma mulher de beleza sutil e aparência frágil, mas que abriga um coração apaixonado. Brianna Concannon, segunda protagonista da "Trilogia da Fraternidade" de Nora Roberts, é um símbolo da mulher européia contemporânea. Ela é dona de uma pousada no oeste da Irlanda, que no auge do inverno fica praticamente desabitada, transformando-se num lugar frio e vazio. Brianna gosta de ficar só, de desfrutar da paz e da tranqüilidade que aquele lugar sugere. Mas ela recebe um hóspede inesperadamente. Grayson Thane, um misterioso escritor norte-americano, chega à pousada para passar o inverno sozinho, mas os planos de ambos não se concretizam. Os destinos de Brianna e Grayson se cruzam, e o gelo que cobre a Irlanda abre caminho ao fogo da paixão.

Comentários:

Antes de começar a ler essa trilogia, uma amiga (Neli... Ela está no skoob) disse que esse tinha sido o seu livro favorito dos três. Logo perguntei por quê. Ela disse “não sei... não tem nada de mais, mas...”. Sempre é assim com os livros de Nora Roberts.  Pelo menos, na maioria. Tem alguma coisa neles que te faz adorar o que ela escreve, deixando você com um gostinho de quero mais, e sentindo certa tristeza quando os livros acabam. Nesse livro, Brianna se mostra com a filha comportada da família Concannon. Sempre cedendo as chantagens da mãe, tentando melhor o relacionamento dela com a irmã mais velha. Claro que suas tentativas são em vão, mas ela começa a ver o mundo de maneira um pouco diferente quando o escritor Grayson entra em sua vida. Achei que o nome “Laços de Gelo” inapropriado. Não acho que Brianna mereça ser conhecida como “a do gelo”. Sei lá. Controlada talvez. Metódica ao extremo. Mas achar que a personagem é fria, é algo que não me entra na cabeça. Não preciso dizer que adorei o livro. Não é o meu favorito da trilogia, mas ficou perto...
P.S.: Todas as três irmãs são artistas, de alguma maneira. Brianna seria a “menos evidente” por assim dizer. Ela é uma exímia cozinheira, mas também se aventura com obras artesanais. Seu cunhado marchand viu talento nela. A garota é boa mesmo.  

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