[Resenha] Virtude Indecente: Nora Roberts

Virtude indecente
Autora: Nora Roberts
Gênero: Literatura Estrangeira
Editora: Bertrand Brasil
Ano de Lançamento: 2009
N° de páginas: 294

Sinopse:

Quando uma superstar da literatura policial visita a irmã, pretendendo relaxar e espairecer da cansativa turnê de lançamento de seu novo bestseller, vê-se na pista de um assassino da vida real que já desestruturou sua vida e agora... pretende matá-la.
Grace McCabe fica chocada ao descobrir que a irmã Kathleen mora num subúrbio decadente de Washington, D.C., e complementa a renda como operadora de telessexo após ter passado por um divórcio penoso. Entretanto, com a empresa Fantasia garantindo anonimato completo aos funcionários, até onde essa atividade pode ser perigosa? Grace logo descobrirá a resposta quando certa noite, ao regressar para casa, depara-se com uma cena tenebrosa, que poderia ter saído de um de seus mais apavorantes romances.
Ignorando as advertências do tranqüilo detetive Ed Jackson, monta sozinha sua própria armadilha para incitar o assassino a sair do esconderijo.
Mas o que pode protegê-la de um maníaco cuja volúpia de matar não se detém diante de nada... Nem de ninguém?


Comentários:


“Virtude Indecente” entrou meio por acaso na minha lista de leitura. Quando li “Pecados Sagrados” já fiquei de cara apaixonada pelo policial gigante Ed Jackson. Aliás, se eu fosse à doutora Tess, já teria olhado torto para o parceiro de seu marido. Mas, como o amor de papel também é cego... Esse livro começa nos apresentando a irmã de Grace McCabe, Kathleen, que após um divorcio complicado, arruma dois empregos para se sustentar: um de professora e outra de operadora de telessexo (se alguém fizer alguma piadinha, dizendo que eu faço o mesmo, eu esfolo). Grace fica chocada ao descobrir onde a irmã está morando (não vi tantos motivos para esse choque ... O Ed morava lá também, o que faz desse bairro um dos mais valorizados de Washington, na minha humilde opinião). Nesse contexto, descobrimos que Grace é escritora (olha os toques autobiográficos), e está ali não só para visitar a irmã, mas para tentar uma aproximação que nunca existiu com a mesma. Do lado da casa da irmã, mora um policial MARA, que reconhece Grace e vem pedir um autografo. Eu teria oferecido uma infusão de ervas ao rapaz (ele não toma café), e um pão de centeio, mas a Grace é bem devagar.  É aí que a estória ganha proporções policiais, já que Grace quer descobrir o responsável pelo “mistério” da morte da irmã (sim, ela morre, mas acreditem, não é spollier). Gostei tanto do casal que para mim o “mistério” ficou em segundo plano. Li a resenha deste livro no “Romances in Pink” e a Tonks  não se entusiasmou pelo livro. Mas aí cabe bem a questão do gosto pessoal. Sou suspeita para falar, já que amei o Ed bem antes desse livro. Se você  não amar, vai pelo menos simpatizar. Melhor para mim... Só o divido com a Grace.

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