[Resenha] Amante Eterno: J.R Ward

Voltei gente! Em plena sexta-feira à noite, eu podia estar por aí já TREbada, caída, jogada, pedindo sei lá o que... Mas nãaao! Estou aqui postando resenha da Adaga (antes que Elimar passe é a adaga na minha garganta né, porque to super atrasada com as resenhas).  

 Amante Eterno - J.R Ward
Série: Irmandade da Adaga Negra 
2° livro - Rhage + Mary 
Ano: 2010
Editora: Universo dos Livros
Páginas: 447
Próximo livro da série: Amante Desperto (Zsadist)

Sinopse:

Nas sombras da noite em Caldwell, Nova York, desenrola-se uma sórdida e cruel guerra entre os vampiros e seus carrascos os redutores. Há uma irmandade secreta, sem igual, formada por seis vampiros defensores de sua raça. Possuído por uma besta letal, Rhage é o membro mais perigoso da Irmandade da Adaga Negra.

Dentro da Irmandade, Rhage é o vampiro de apetites mais vorazes. É o melhor lutador, o mais rápido a reagir, baseado em seus instintos, e o amante mais voraz, porque em seu interior arde uma feroz maldição lançada pela Virgem Escriba. Possuído por esse lado sombrio, Rhage teme constantemente que o dragão dentro de si seja liberado, convertendo-o num perigo letal para todos à sua volta.

Mary Luce, uma sobrevivente de muitas adversidades, entra de maneira involuntária no universo dos vampiros, contando apenas com a proteção de Rhage. Concentrada em combater sua própria maldição, potencialmente mortal, Mary não está em busca de amor e perdeu sua fé em milagres tempos atrás. Mas quando a intensa atração animal de Rhage se transforma em algo mais emocional, ele sabe que Mary precisa ser sua e de mais ninguém. E enquanto os inimigos fecham o cerco, Mary luta desesperadamente para alcançar a vida eterna com aquele que ama... 

Resenha

Poxa Rhage, chama a próxima!

Sinceramente, eu esperava mais. Porque eu fiquei lá de boca escancarada esperando o Rhage, o “vampiro dos apetites mais vorazes” e aí o que a autora me dá? O Rhage que eu pedi com a mocinha que eu joguei fora junto com as roupas velhas!
Claro que continuo adorando a Irmandade, esse livro me fez adorá-la ainda mais. Admiro a amizade verdadeira dos caras. Sério, comovente. Coisa que você não vê sempre. Cara, morro por você e não tem absolutamente nada de gay em um dizer isso pro outro. Acho lindo de morrer a lealdade, o respeito, enfim... tudo na Irmandade.

Agora, o romance em si...


Sinto muito, mas a Mary é um pé no meu saco faltante. Até li de novo há pouco tempo, pra parar de implicar tanto com a coitada! Porque eu pego no pé das mocinhas, mesmo, sou chata! Ta, ela tem câncer, é uma sobrevivente, lutadora e bla, bla, bla. Lamento, mas não vou gostar dela só por isso. É comovente, no início gostei de ela ter essa história de vida mais sofrida e tal, de ser uma guerreira também. Mas depois ficou parecendo um subterfúgio para ganhar a minha simpatia como leitora. Exatamente porque nada mais na personagem tinha a capacidade de me conquistar.

Até o meio do livro vivi uma relação de conformismo, ódio e tédio com ela. Depois, ela só torrou meu saco. Gente, que mulher chatinha. Tipo, porre mesmo.

E outra coisa que odeio em "mocinhas-porre" é esse lero, lero de se recusar a usar perfume (alergia nada, é recusa mesmo, sera que pelo menos um desodorantezinha rola?), não ajeitam o cabelo (nada!). Não passam nenhuma maquiagem (pô, nem um batonzinho?), não usam sapato bonito (vai descalça, danada! Melhor que o sapato da vovó), não ligam para a roupa que vão usar (colocou a roupa da tataravó!). Então elas dizem: Sim, vou para um encontro de cara lavada, rabo de cavalo super simples e roupa da vó Carlotinha. E tenho consciência disso. Mas eu prefiro sair baranga, porque sou uma mocinha–porre!


Bah! Tenha santa paciência. A gente reclama quando as mocinhas são irreais porque sempre são lindas demais e seguem um padrão repetido e absurdo, mas o extremo oposto também é irreal. Ficou parecendo que a autora quis forçar os extremos. Porque o Rhage é lindo de morrer (yeah, tipo, você olha e cai durinha!), por isso o apelido de “Hollywood”, ele parece um galã de cinema (considere apenas aqueles que param o transito). Mas qual é a mensagem subliminar? Sejam barangas sem um pingo de vaidade, chatas pra caçamba e vocês conseguirão um mocinho TDB com 2 metros de pura gostosura (se duvidar ele ainda vem em couro e com presas de brinde, hein!) YEAAH! Senta lá, Cláudia!
Acho que ela deu uma forçada, apesar de depois de rolar um nheco nheco no cafofo do vampirão, a Mary tava fazendo escova no banheiro (o que um big vamp–vara não faz, hein!)

Os bons momentos de personalidade da Mary
foram um pouco subjugados por cenas e mais cenas de tédio pé no saco, mas ela dá umas dentro (ô!), pode deixar que dá!

Só ficou faltando algo... Não peguei a conexão do casal. O Rhage é A besta cara! O tal "vampiro de apetites mais vorazes." Não curti essa de que ele precisava da boneca de pano (sem pintinhas na bochecha) pra ser "consertado".
 Tipo, só se for baranga pra tirar o cara da galinhagem? Movimento das barangas vaidosas já!

Sabe aquele clique que dá quando o casal super engata? Me deu esse clique no 1° livro com a Beth e o Wrath. Já li o 3° e também peguei a mesma coisa com o Zsadist e a Bella. Mas Rhage e Mary? Não.

Ok, as cenas hot eram realmente HOT (olhaa... amarrar a besta nas correntes foi o ápice! Gritar me morde não é nada na frente disso!). Mas aí mais pro final do livro ficou um pouco over. Ficou parecendo recurso também. A J.R Ward pensou: não tem muito mais, o casal não tem muita história, o Rhage–besta não combinou bem com a Mary–porre então vou por o que? Ah! *acende a luzinha* Sexo! Sim, isso vai distrair do sério problema de o casal principal não ser tudo que deveria ser. 

Mas sabe o que me tocou também, o apoio que ele deu a ela sobre a doença. A forma de superar e tratar como só mais uma barreira que ela ia transpor como as outras todas. Sabemos que nossos vampirões da adaga são mega protetores e tal, mas nesse caso em especial foi bem legal mesmo o suporte dele, teimando em participar, não importava o diagnóstico.

As partes dos redutores em sua maioria continuaram dispensáveis. Só do meio do livro pra lá quando o Sr. O tomou mais a frente desse núcleo da história que realmente melhorou.


-----SPOILER FERRADO SÓ NESSE PARÁGRAFO, PULE SE PREFERIR----


E o que foi o final? Gente, quando você passa metade do livro torcendo pra mocinha morrer é porque tem algo errado. Eu juro que eu fiquei com esperanças! Tipo, ah , essa chata morre e o Rhage, vulgo, a besta, fica arrasado e volta em outro livro com outra mulher sofrida qualquer, coitada, sempre tem que rolar um dramazinho, senão perde a graça. UHU! Óbvio que eu sabia que isso não aconteceria. Mas juro que voltei e reli as partes finais. A Virgem Escriba, que já ta virando arroz de festa, curou a chata assim, no molinho e lhe deu vida eterna. Ops?! Tipo, rápido assim? Qual é?! Ô produção, tem que ver isso aê!


------ FIM DO SPOILER FERRADO, PODE CONTINUAR LENDO -------


Enfim... Eu tava ansiosa pelo Rhage porque né... A BESTA! A Mary quebrou um pouco meu barato. Por mais cenas fantásticas de Rhage-Besta fazendo altas performances sexuais dignas de Cirque du Soleil, no final já tava meio: Bah, eles vão dar mais uma. Vai lá Marychata. Monta a besta (de novo!)


O que realmente me levou no finalzinho foi Zsadist, Bella e Phury e eu desesperada.com.br pra saber o que ia rolar no próximo livro. E o John que eu já sei que tem livro dele e eu queroo! To me rasgando pra não ler em inglês mesmo, to tentando acompanhar os lançamentos da Universo dos Livros.

Agora, vamos combinar... quem não queria dar uma acariciada naquela tatuagem INCRIVEL de dragão que o Rhage tem nas costas? E o cara sente, maluco! Tipo, você dá uma cutucadinha na perna do dragão e ele sente na perna dele... Vai dormir com um negócio desse agora! UI! 

E só pra fazer um pouquiiinho de inveja, já to aqui agarrada com meu Amante Liberto (5° livro da série, sobre o Vishous) pronta pra ir para baixo do edredom com ele!
Olha minha cara de final de festa, início de madruga, sono do caramba, nem uma make upzinha pra disfarçar a baranguice, de pijama já, mas toda feliz fazendo esse post e agarrada no meu Amante Liberto!! 
Até a próxima, people! Bjuux

4 comentários:

  1. Aê mulherrrrrrrrrrrrrr... kkkkkkkkkkkkkkk
    Mais um da Adaga... Assim você mata a mulherada com essa resenha. Aproveita e vota no livro da Drica... Quem sabe a gente não ganha livro autografado... kkkkkkkkk
    BJS!

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  2. Uau!
    amei a resenha.. so li umas partes pq ainda não comecei a ler IAN e tal mas pelo que vc escreveu achei lindo! Ahh eu tb acho lealdade tao bacana.. nunca vi livro assim... huahua
    Não sei o que pensar da Mary, terei que ler!

    bjs
    hey Evellyn!

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  3. Ah, não acredito que vc não gostou da Mary! Acho que ela tem personalidade sim, na verdade ela e o Rhage são meu casal favorito da saga, acho que eles ficam perfeitos juntos! (e ela é quem manda na relação hauahuaha)

    Sei lá, gosto é gosto. Eu achava que o livro do Z. ia ser o melhor quando estava lendo Amante Eterno mas ai... pff! Não que seja ruim, praticamente devorei o livro (e chorei no final =P) mas o Z. me decepcionou...

    Também estou com o Amante Liberto aqui em casa, espero ler em breve (6)

    teh mais

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  4. Adorei a resenha Lucy, e to pegando emprestado de novo... Mas, é claro que com sua total aprovação, por que senão as leitoras do Alquimia, podem me denunciar por roubar resenha alheia... kkkkkkkk
    Este é o meu livro preferido! Já li os 7 lançados no Brasil, gosto de todos mas, o Rhage, vou te falar... The Best!
    Homem pra mulher nenhuma botar defeito. E a Besta, que pensei que seria um sofrimento, um problemão pro casal, me deixou de boca aberta e salivando...
    Quero um Rhage com Besta pra mim!!! kkkkkkk
    Vc está de parabéns suas resenhas são ótimas, engraçadas e interessantes, beijinhos e larga do pé da Mary, viu??? kkkkkkk

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Faço parte das...

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