[Resenha] Magia ao Vento: Christine Feehan


Sinopse

A Sarah voltou para casa. Desde que Damon Wilder procurou refúgio em Sea Haven ouve-se o mesmo boato passar de boca em boca de quase todos os habitantes da pacata vila costeira. Até o vento parece murmurar o nome dela - um devaneio tão sugestivo que leva o curioso Damon até à casa da falésia de Sarah, onde procura o seu abrigo. Mas Damon não chegou sozinho. Foi seguido por alguém até Sea Haven. Alguém que rodeia as sombras da casa Drake, onde Sarah esconde os seus próprios segredos. O perigo ameaça os dois - tal como o desejo mais premente que alguma vez sentiram - e está a apenas um sussurro de distância.

Magia ao Vento (Magic in the Wind)

 (Drake Sisters, #1) 

 

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Comentários:

Para aqueles que, como eu, navegam entre gêneros literários de maneira tranquila (ou frenética, em algumas ocasiões), o nome Christine Feehan não é desconhecido. O gênero sobrenatural romântico nunca teve uma representante tão acertada quanto ela. Inteligente e sutil, sua escrita prende o leitor exatamente pela simplicidade e pela harmonia que ela tece com as palavras, fazendo com que a trama se alinhe aos nossos olhos com perfeição. Nada está fora do lugar. Todos possuem um papel, seja numa trama mais elaborada, com seres míticos e etéreos, ou como nesse caso, em um romance contemporâneo com elementos sobrenaturais. Muitos vão se lembrar de Nora Roberts e sua Trilogia da Magia, e a lembrança nesse caso é super válida. As irmãs Drake possuem dons que as fazem ser especiais. Sete irmãs marcadas pela magia, que desencadeiam uma reação a partir de uma antiga Profecia: o portão de sua antiga casa se abrirá sozinho apenas para o homem da vida da mais velha das Drake, iniciando um ciclo que levará ao casamento de todas as sete. Eis que aqui o portão se abre para um homem amargurado e sombrio, que se esconde de Sea Haven após uma tragédia pessoal. Damon é um home de 40 anos que repele qualquer contato mais profundo com outro ser humano. Um homem que vivia para o seu trabalho e sabia que o fazia bem, a ponto de não sentir falta do convívio e da animosidade que a relação com outras pessoas trás. Depois de ver seu amigo e assistente morrer bem na sua frente e sofrer inúmeras torturas para revelar os segredos de seu trabalho, ele acaba ferido e manco, com o espectro da morte o perseguindo. É dessa maneira que Sarah Drake o conhece, e passa a cuidar dele. O livro, apesar de bem fininho, na minha humilde opinião, é uma graça... A diferença do primeiro para o segundo é enorme. Do primeiro para o terceiro então... Se eu recomendo? O que vocês acham? 

;)

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