[Resenha] Animate me - Amor Criativo: Ruth Clampett

 

Sinopse - Animate Me: Amor Criativo - Ruth Clampett

O livro é narrado por um nerd – Nathan, um rapaz de 20 e poucos anos, tímido, talentoso, fã de quadrinhos e que nutre uma paixão secreta por sua colega de trabalho, a executiva Brooke, de 30 anos. Sem esperanças de que um dia a garota poderia sequer notá-lo, Nathan começa a escrever uma história em quadrinhos com sua versão do mundo a partir  do seu amor por ela. O que ele não esperava era que um projeto em comum os unisse. A partir de um encontro inesperado numa loja de acessórios para computadores, Nathan passa a levar café para Brooke todas as manhãs em seu escritório, mas um detalhe pra lá de sedutor marca o ritual: em cada copo ele desenha uma ilustração, e cada imagem é uma espécie de sinal que apenas eles conhecem. Depois de saber que Nathan está apaixonado por uma colega de trabalho, Brooke passa a ajudá-lo a tornar-se um conquistador, porém, mal sabe ela que a tal colega é ela mesma. Depois de algumas “aulas” recheadas de muito erotismo, o casal mergulha num tórrido romance. O único problema é que Brooke é uma mulher comprometida, e com ninguém mais ninguém menos que com o presidente da empresa em que eles trabalham.
 
Comentários:
 
Vários são os momentos que fico com medo de perder o encanto pelos romances. Meu receio se deve a como algumas editoras têm medo de arriscar com algum título novo, ou até mesmo um gênero, e fazer com que o livro fique encalhado nas prateleiras. A nVersos (editora desconhecida para mim - Peço desculpas pela minha ignorância) deu um tiro no escuro, e acertou bem no alvo. "Animate me" trás o que há de melhor no quesito romance, e apresenta um narrador masculino encantador, que vai fazer todas amantes de romances se derreterem.
Trazendo inúmeras informações sobre o universo dos quadrinhos e dos desenhos animados, Ruth Clampett, filha do lendário Robert Clampett, criador do Pernalonga, ela fala com propriedade como os animadores e desenhistas se comportam em seu cotidiano, mostrando uma galera batalhadora e criativa, que doa tempo e amor para a criação desse mundo que nos encanta a várias gerações. Nathan é um animador super criativo, mas também muito tímido e retraído, que vive um amor platônico por Brooke, executiva da empresa onde Nathan trabalha. O acaso faz com que Brooke precise da ajuda de Nathan, e aí começa a amizade dos dois, que vai se transformando pouco a pouco. Juro que em alguns momentos fiquei meio na bronca com a Brooke. Tudo bem que os motivos que me levaram a essa implicância são o que fizeram a história ficar muito mais legal, mas mesmo assim, fiquei bolada... kkkkkkkkkkkk
Cara, na hora a gente já percebe que o Nathan é a melhor opção para ela, que leva um relacionamento aberto com o Arnoud, presidente da empresa onde ambos trabalham. De cara não consegui entender como alguém tão segura como ela deixava esse bocó falar e fazer determinadas coisas com ela. Dizer que ela estava gorda, que precisava de lipo, que os seios tinham que ser maiores... Foi aí que eu percebi que ela não era segura coisa nenhuma, e que o tímido Nathan teria um papel fundamental na mudança que a personagem teria que passar, para dar um chute no Arnoud, personagem odioso. A princípio, achei que o livro seria apenas "fofo", o que para mim não teria sido um problema, já que desde as primeiras páginas, já estava completamente apaixonada pelo Nathan e por tudo que ele estava disposto a fazer para conquistar a Brooke. Mas depois de um determinado momento (que não direi, para vocês poderem descobrir), o livro começa a esquentar... E esquenta mesmo gente... A amizade dos dois evoluiu, para benefícios de ambas as partes, devo dizer. Cada passo dado por ambos, vai trazendo perspectivas novas tanto para Nathan quanto para Brooke. Ele descobre que ser nerd e geek pode ser sinônimo de ser sexy. E Brooke descobre que o amor pode existir de verdade para ela. 
Depois que terminei Animate me, fiquei com aquela depressão um bom romance deixa na gente. Já li outros livros depois desse, mas ele ainda está aqui, pairando na minha imaginação e coração. Talvez seja essa a única crítica que eu tenha dessa história: ela vai demorar a sair de mim...

Elimar Souza


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Beijos!
 

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