[Resenha] Ligeiramente Casados: Mary Balogh Os Bedwyns # 01


Sinopse:

À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento a sua irmã e que a protegesse Custe o que custar!. Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados... Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página. 

Comentários:

Eis que a editora inicia mais uma série de uma escritora maravilhosa! Mary Balogh não era conhecida pelo grande público leitor brasileiro, mas algumas de nós, fãs do gênero de época, seu nome já figurava entre as favoritas a algum tempo. Com estilo próprio, pronto para nos encantar e nos fazer se apaixonar, Mary escreve sobre uma família, os Bedwyn, que vão descobrindo o amor, tendo que deixar de lado as amarras sociais que os impedem de ser felizes. Em um primeiro momento, podemos encontrar semelhanças com outra série publicada pela Editora Arqueiro, "Os Brindgertons", da Diva Julia Quinn, mas as semelhanças são muito poucas. A família Bedwyn possui méritos próprios, e a escrita de Balogh é tão fluída e única, que não se encontra tempo para fazer qualquer comparação com o trabalho de Julia Quinn. As duas são maravilhosas, e para mim essa é a única semelhança a qual devemos nos atar. A série Bedwyns se inicia (existem controvérsias com relação a isso, mas... Deixemos essa discussão para outra outra) com a história de Aidan Bedwyn, um personagem difícil de não se apaixonar. Um homem honrado, que em nome de um dever acaba casando com Eve para que ela posso continuar cuidado daqueles que vivem sob o seu teto. O que muito me fez gostar desse livro foi como a relação de Eve e Aidan nos foi apresentada. Não existe aqui aquela atração irresistível logo de cara. Na verdade, Eve nem gosta de Aidan, já que fora ele o responsável por trazer a notícia que havia desequilibrado sua vida. No início do livro, o que se observa é um convívio frio, de duas pessoas que precisam um do outro para conseguir seus propósitos, a fim de poderem viver suas vidas sem grandes percalços. Mas o que ambos vão percebendo, é que cada um é muito mais do que aquilo que aparenta. Aidan não é somente um homem sério que quase não sorri. Eve não é apenas a moça fria, que cuida dos outros. É a partir disso que o romance passa a realmente a acontecer. Fugindo dos tipo de romances de época que costumamos ler, Mary Balogh consegue lugar cativo em nossas estantes exatamente por isso: ela consegue  escrever um romance lindo, sem se guiar por clichês, e por não fazer com que os problemas decorrentes daquele período desaparecessem por milagre, mas sim mostrar que, quando duas pessoas resolvem ficar juntas, elas podem aprender a conviver com os problemas, para poderem viver um grande amor.

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Elimar Souza

4 comentários:

  1. se os personagens principais parassem de brigar um pouco eu teria gostado da história.
    achei bem chatinha e n curti muito n.
    Seguindo o Coelho Branco

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  2. a leva de romances históricos vem me conquistando, espero que com este livro tbm ocorra o mesmo
    http://felicidadeemlivros.blogspot.com.br/

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  3. Não tem como não desejar ler esse livro. Quanto mais por se tratar de romance de época.
    Gostei da resenha, espero ler ele ano que vem.
    Beijos.

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  4. Nao gostei desse livro,casal sem quimica,historia sem humor nem paixao.Gosto quando o amor acontece aos poucos,mas esse casl nao aconteceu em nenhum momento.

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