[Resenha] Quando eu te Beijar: Lucy Vargas / Série Ward #2


Sinopse:

A cada dia o fim fica mais próximo e eles sabem que essa é sua última chance. Sean quer Beatrice de volta a qualquer custo, mas vai descobrir que seu amor e seus erros não são nada contra o perigo que nunca deixou sua vida.
E se ele não pode protegê-la... não pode mais tê-la.
No final, todos os segredos e barreiras vão desmoronar junto com sua chance de consertar tudo que fizeram em quatro anos de mentiras e fingimentos.
O tempo está acabando e os escândalos aumentando. Agora é tudo ou nada. Mas será que vale arriscar tanto para terminarem juntos?
Prepare-se para o fim da trilogia dos Ward. Eles voltam mais errados, sensuais e perigosos do que nunca.

Comentários:

Se em algum momento eu tive dúvidas sobre o talento de Lucy para a escrita, qualquer uma delas foi sanada com o final da Trilogia Ward. Não me sinto apta a fazer qualquer crítica, por menor que seja, a habilidade de Lucy como escritora, porque isso para mim é incontestável. Seu talento para criar personagens é tamanho que fica impossível não fazer uma lista mental de personagens que gostaríamos de ler uma história. Deixo aqui meu pedido: QUERO A HISTÓRIA DA AGATHA. Sei que não teremos tanto tempo assim para sentir falta dos Ward, porque Lucy tem planos para escrever a história de Jared, Derek, Tess e companhia, mas saber um pouco mais sobre essa velhinha super espirituosa, seria um presente e tanto. Mas vamos falar do Sean e da Bea que é disso que se trata essa resenha. O início desse livro é exatamente após o final do livro anterior, ou seja, muitas coisas ainda precisam ser resolvidas para que o casamento de Sean e Bea finalmente dê certo. Aqui os ressentimentos vão sendo superados pouco a pouco, a partir da consciência de que ambos são culpados pelo grande afastamento que eles se autoimpuseram ao longo dos quatro anos de casados. Bea percebe que ao colocar a culpa em Sean pelo fracasso do seu relacionamento, ela não vai fazer com que os problemas desapareçam. Sean prova um pouquinho do "próprio veneno" ao ver Bea em uma situação aconselhada por nada mais nada menos do que a sua mãe. Vou ter que confessar que morri de pena do coitado. Mas foi bem-feito também... rsrsrs
Aqui, os traumas de Sean vão sendo descortinados para os leitores e para Bea também, que acaba descobrindo uma nova faceta de seu marido, um homem machucado, que sofre por não conseguir exorcizar seus demônios, mas consegue calá-los e mantê-los presos quando está com Beatrice. 
Devo dizer que Lucy caprichou nas cenas de sexo entre os dois nesse livro. Parecia que eles pretendiam tirar o atraso dos anos passados em uma semana. Pode até ser que eles não conseguiram, mas que eles tentaram, isso tentaram... rsrsrs.
Outra coisa incrível foi a explicação que a Lucy deu para os traumas de Sean. Juro que pensei que meu coração ia explodir. As primeiras revelações foram feitas a Bea e para nós, mas outras somente nós ficamos sabendo. O que aconteceu com ele foi bem difícil, mas o que vale foi a superação, alcançada graças a muito esforço e também ao amor que o destino havia reservado para ele. Cara, nas páginas finais foi complicado conseguir parar. Foi algo tipo "UAU". Digno dos livros do Harlan Coben, um dos escritores favoritos da Lucy!
Essa semana estou dedicada aos romances da Lucy, então, até sexta-feira, teremos mais uma resenha, só que agora do primeiro livro da Lucy publicado por uma editora, a Charme!



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Para saber o que eu achei do primeiro livro da Trilogia, é só clicar aqui! E o #0.5 também não fica de fora. Clique aqui e saiba o que eu achei!

Bjs!

Elimar Souza

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