[Resenha] O Retorno de Izabel: J. A. Redmerski / Na Companhia de Assassinos #2



Sinopse:


Determinada a levar o mesmo estilo de vida do assassino que a libertou do cativeiro, Sarai resolve sair sozinha em missão, com o propósito de matar o sádico e corrupto empresário Arthur Hamburg. No entanto, sem habilidades nem treinamento, os acontecimentos passam muito longe de sair como o planejado. Em perigo, Sarai nem acredita quando Victor Faust aparece para salvá-la — de novo. Apesar de irritado pelas atitudes inconsequentes dela, ele logo percebe que a garota não vai desistir de seus objetivos. Então não há outra opção para ele a não ser treiná-la. Com tamanha proximidade, para eles é impossível resistir à atração explosiva. Nem Victor nem Sarai podem disfarçar o que sentem, ou negar o desejo que os une. No entanto, depois de tantos anos de sofrimento e tantas cicatrizes emocionais, será que eles conseguirão lidar com um sentimento como amor? Só que Sarai — novamente na pele de Izabel Seyfried — ainda terá que passar por um último teste; um teste para provar se conseguirá viver ao lado de Victor, mas que, ao mesmo tempo, poderá fazê-la questionar os próprios sentimentos e tudo que sabe sobre esse homem.

Comentários:


Nunca pensei que J. A. Redmerski conseguiria se superar, mas ela conseguiu! Depois de ler seu trabalho em "A Morte de Sarai", o encantamento que senti não desapareceu. Ao contrário: ele só cresceu depois de ler "O Retorno de Izabel". Meu maior receio era ver a grande trama iniciada com o primeiro livro desaparecer nesse livro. Graças aos Deuses da literatura, isso não aconteceu! Essa trama começa alguns meses depois do final do livro anterior, e Sarai está aprendendo a ter uma vida "normal". Ela tem um namorado e uma melhor amiga, acabou o ensino médio e está finalmente fazendo faculdade. Só que ao ter a vida que ela sempre "sonhou", ela possui uma inquietação estranha, que a faz pensar no que precisa fazer, ou assim acredita. Ela acaba por embarcar numa viagem de volta ao centro de tudo que a feriu e machucou, tendo Victor Faust como seu mentor. A relação dos dois continua explosiva e tensa, como toda a narrativa de J. A. Redmerski. 
Algumas atitudes de Izabel (prefiro chamá-la assim) podem ser consideradas imaturas e infantis, mas no mesmo instante em que se pensamento me vêm, tento vê-la como uma pessoa real e não imaginária. Alguém que passou por tudo que ela passou tem todo direito de ser imatura e infantil, já que ela não pode ter tais sentimentos de forma normal como todas as meninas. Ao longo de sua vida, o sofrimento de Izabel teve que se reinventar para sobreviver, tendo que esperar o momento certo para escapar. A história dela e a de Victor é muito mais do que uma trama romântica e sensual. É uma trama de perseguição, violência e aventura, onde assassinos anti-heróis ganham destaque e a nossa admiração!

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