[Resenha] O Jogador: Vi Keeland


Sinopse:


Na primeira vez que encontrei Brody Easton ele estava no vestiário masculino. Foi a minha primeira entrevista como jornalista esportiva profissional. O famoso quarterback decidiu me mostrar tudo. E, por tudo, não quero dizer que ele me disse algum de seus segredos. Não. O idiota arrogante decidiu deixar cair a toalha quando fiz a primeira pergunta. Na frente da câmera. E o famoso ganhador do Super Bowl rapidamente adotou um novo hobby: me provocar.
Quando o afastei, ele desistiu de só me provocar e resolveu que queria transar comigo. Mas eu não saio com jogadores. E não é porque sou uma das poucas mulheres que trabalham no mundo do futebol profissional. Eu posso namorar um jogador. É outro tipo de jogador que eu não namoro. Você conhece o tipo: boa aparência, forte, arrogante, sempre querendo ficar com alguém.
Brody Easton era um verdadeiro jogador. Toda mulher queria ser a que iria mudá-lo. Mas a verdade era que tudo que ele precisava era de uma garota por quem valesse a pena mudar.
De repente, eu era essa garota.
Simples, certo?
Vamos encarar, nunca é.
Há uma história entre o era uma vez e o viveram felizes para sempre...
E esta é a nossa.

Comentários:


Vi Keeland é o tipo de escritora que tem um trabalho que gruda no leitor. É impossível não ficar apaixonada e só parar de ler o livro quando a gente termina. Conheci o trabalho de Vi com a Editora Charme, e mais uma vez, posso dizer que não me decepcionei. Ela me apresentou exatamente aquilo que gosto de um romance sensual: ambos os personagens são fortes, e não existe nenhum conflito fora de propósito e sem razão de ser. Tanto Brody quanto Dalilah são personagens que despertam a nossa simpatia imediata, porque ambos são seguros de si e sabem o que querem. Podemos dizer que a presença de Delilah desperta um lado até então desconhecido em Brody, que não sabe bem o que fazer com essa atração alucinada que sente por ela. Já Delilah sabe bem que para se relacionar com alguém, é preciso ter uma conexão maior do que só uma transa casual. Só isso já deixaria a dinâmica entre eles bem interessante, mas não é essa a intenção de Vi Keeland para com a sua história. O que move os personagens é também aquilo que os mantém presos em sentimentos do passado, fazendo com que qualquer escolha do presente seja ponderada e controlada por eles.

Mais uma vez Vi Keeland consegue construir dois personagens que a gente ama. Tanto a mocinha quanto o mocinho conseguem nos fazer torcer por um final feliz.
Tratando de assuntos dificeis como perda de um ente querido, a solidão na velhice e também na juventude, vício em drogas e segundas chances são tratados de forma leve, entremeados através de uma narrativa sensual e cheia de malícia. Brody é o responsável pelas partes mais sensuais e divertidas do livro, provocando e atiçando Delilah, que tudo para se tornar a personagem favorita de muitas leitoras. 

Se tiver a oportunidade de ler "O Jogador", leia. Você não vai se arrepender...


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