Velho oeste

[ Romance Histórico ] Ventos de Mudança - Beverly Jenkins

 





Bom Dia, Alquimistas!


Tudo bem!?

 




Nossa história de hoje nos leva para um período triste dos Estados Unidos –  A Guerra Civil, um conflito armado travado travada entre as regiões Sul e Norte do país, foi a mais mortífera da história dos EUA.



O que mais me encantou nessa história foi o quanto Valinda demonstrou força e resiliência durante os períodos difíceis de sua vida.



Disposta a abrir de amor, pois nunca soube o que era em prol de sua liberdade de ser e poder fazer a diferença num mundo em ebulição e mudança.



Até conhecer Drake LeVeq um homem de muitos atributos com alma de pirata, que faz Val repensar todas as coisas que havia conhecido até aquele momento.

Quem sabe Drake não seria um parceiro ideal e amante perfeito no lugar do seu querido amigo de infância Cole.



Quem sabe trabalho e amor possam trabalhar em conjunto em prol de algo maior.



Drake foi criado por grandes mulheres, de espírito forte e batalhador, ele sabe melhor do que ninguém que mulheres como Valinda, de espirito indomável não devem e nem se contentam com o pouco, e que ela merece muito mais do está disposta a ter.



Com Drake, Valinda conheceu o amor na sua forma mais intensa e sedutora, e ao lado dele ela também descobriu que poderia fazer mais por aqueles que ela tanto amava.

Ela descobriu que poderia fazer a diferença pelos seus semelhantes, que além de ensiná-los a ler e escrever ela poderia ensiná-los a serem pessoas melhores e com oportunidades na vida diferentes daquelas que foram levados a crer que mereciam, por serem pretos.



Conhecer a família LeVeq foi uma cortesia a mais da autora, difícil não se encantar pela Dona Juliana e seus e não querer conhecer em detalhes toda a sua trajetória de vida antes de ser quem são quando Valinda os conhece.



Ansiosa pelas próximas histórias e que sejam ainda mais gratificantes quanto essa.

 



Sinopse




O Primeiro volume da série Mulheres Pioneiras acompanha a trajetória de uma professora preta vivendo no Sul dos Estados Unidos durante o período caótico que se seguiu à Guerra Civil.



A missão de Valinda Lacy na agitada e quente Nova Orleans é ajudar a comunidade de ex-escravizados a sobreviver e progredir através do estudo. Só que em pouco tempo ela descobre que, ali, a liberdade também pode ser sinônimo de perigo.



Quando bandidos supremacistas destroem a escola que ela montou e tentam ataca-la Valinda corre para salvar a própria vida e vai parar nos braços do heroico capitão Drake LeVeq.



Arquiteto nascido em uma família tradicional de Nova Orleans, Drake tem um profundo interesse pessoal na reconstrução da cidade. Criado por mulheres fortes, ele logo é conquistado pela determinação de Valinda. E não consegue parar de admirá-la nem de desejá-la.



E quando o pai de Val exige que ela volte para casa, em outro estado, para se casar com um homem que ela não ama, seu espírito indomável atrairá Drake para uma disputa irresistível.




Adendo: Com a Independência das Treze Colônias, em 1776, as colônias converteram-se em estados independentes, mas unidos em uma Federaçãocom representação política republicana e presidencialista. Os estados na região Norte concentraram-se no desenvolvimento da indústria e, para tanto, necessitavam de mão de obra livre e assalariada que operasse o trabalho dentro das fábricas. A formação do operariado e da burguesia industrial no Norte produziu também uma forma específica de se encarar a atividade política e os direitos civis.



Os estados do Sul, ao contrário, tiveram um desenvolvimento agrário baseado na grande propriedade e no modelo da plantation, isto é, grandes propriedades rurais que praticavam a monocultura (cultivo de uma ou poucas espécies de planta para o mercado) do algodão. O modelo da plantation valia-se da mão de obra escrava negra, já que, além de não ter o custo do trabalho assalariado, o tráfico transatlântico de escravos também gerava bastante lucro.



Apesar de os dois modelos seguirem caminhos opostos, eles se complementavam ao menos em um ponto: as indústrias têxteis (que fabricavam tecido) do Norte necessitavam do algodão do Sul, que, por sua vez, voltava para o Sul na forma de produto, como roupas. Apesar de tal complementaridade econômica, incomodava às lideranças do Norte (que possuíam uma perspectiva política voltada para as liberdades individuais, para o direito à pequena propriedade etc.) a existência do regime escravista nos estados do Sul. Não era compreensível que um país, uma República Federativa, fosse unido politicamente por duas perspectivas completamente antagônicas.



Os estados do Sul, por sua vez, também não viam com bons olhos o modelo nortista, que a cada ano se impunha como o mais eficaz (a população do Norte era bem superior e mais desenvolvida que a do Sul). Os sulistas, ainda no ano das eleições (1860), já falavam em secessão, isto é, em separação entre as duas regiões e na criação de outro país, os Estados Confederados da América, em oposição ao Norte.



Em dezembro de 1860, os sulistas conceberam uma nova Constituição e oficializaram os Estados Confederados, elegendo como presidente Jefferson Davis, do Mississippi, e como capital a cidade de Montgomery, no Alabama.



 

 


Quanto vale a leitura: 



Namastê


Báh Borges

 

 


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